O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou nesta quinta-feira (22) que Meta, Google e X apresentem esclarecimentos, em até 24 horas, sobre suspeitas de ações coordenadas nas redes sociais.
A decisão envolve o canal “Exército do Lula”, administrado pelo deputado federal André Janones (Avante-MG), aliado do presidente Lula (PT), após um pedido apresentado pela campanha de Flávio Bolsonaro (PL).
Segundo a defesa de Flávio, o canal estaria orientando apoiadores a divulgar hashtags em horários determinados, compartilhar mensagens prontas e realizar buscas coordenadas no Google.
Entre os exemplos apresentados pelos advogados está a frase “Bolsonaro mandou matar Lula”, que, segundo a campanha, teria sido utilizada para estimular pesquisas na plataforma. As alegações ainda dependem de apuração.
Kassio também solicitou à Meta um relatório técnico sobre possíveis ações coordenadas no WhatsApp, Instagram, Facebook e Threads. Google e X deverão esclarecer eventuais práticas destinadas a ampliar artificialmente o alcance dos conteúdos.
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