Materiais que já não tinham utilidade para o Semasa de Itajaí renderam R$ 775.912,40 aos cofres da autarquia. O resultado veio de um leilão de bens inservíveis, que reuniu sucatas, equipamentos danificados e outros itens retirados de uso.
Dos 13 lotes colocados à venda, nove foram arrematados. Segundo o Semasa, o valor obtido ficou 23,82% acima do estimado nas avaliações dos bens vendidos.
Entre os materiais estavam ferro velho, aparelhos de ar-condicionado sem conserto, sucatas de hidrômetros metálicos e plásticos, curvas e conexões, eletrodomésticos danificados e equipamentos de informática e de escritório com defeito.
A relação também incluía um motor de popa Mercury de 15 HP e uma roçadeira antiga. A variedade mostra que o leilão reuniu tanto materiais acumulados nos depósitos quanto equipamentos que já não atendiam às necessidades da autarquia.
Além da arrecadação, a retirada dos itens liberou espaço e melhorou a organização das áreas de armazenamento. Somente os hidrômetros de metal somaram quase 26 toneladas retiradas dos depósitos, conforme informou o Semasa.
Bens classificados como inservíveis são aqueles que deixaram de ter utilidade para o órgão. No caso deste leilão, os lotes encontraram compradores e geraram receita para a autarquia, que apresentou a iniciativa como uma forma de transformar materiais sem uso em recursos para investimentos.
O resultado divulgado informa o total arrecadado, mas não detalha quais investimentos receberão os R$ 775,9 mil. Também não apresenta, no texto, a destinação dos quatro lotes que não foram arrematados.
Na sua opinião, qual melhoria no abastecimento de água ou no esgotamento sanitário deveria ser prioridade em Itajaí?
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