Foto: Daniel Conzi/Agência Alesc
A Assembleia Legislativa deve certificar 105 empresas e entidades pela amplitude de seus balanços sociais na 15ª edição do Troféu de Responsabilidade Social, evento que revelará os destaques em cada categoria em sessão especial programada para 7 de dezembro.
Concorrem aos troféus 61 organizações sociais distribuídas em três categorias, conforme o porte de atuação.
As 39 empresas certificadas são distribuídas em duas categorias, e por faixa de receita líquida de seus balanços. Uma categoria reúne empresas dos ramos do comércio, turismo e serviços, e na outra as representantes do segmento da indústria. As faixas de faturamento, para as duas categorias, selecionam progressivamente concorrentes com faturamento líquido anual até R$ 4,8 milhões; até R$ 60 milhões; até R$ 300 milhões, e acima deste montante.
Os concorrentes finalistas aos troféus de certificação serão conhecidos na segunda quinzena de novembro.
Empresas públicas são certificadas por seus balanços sociais, mas não concorrem aos troféus.
Para participar da certificação, organizações sem fins lucrativos e empresas apresentaram balanços sociais nos parâmetros do edital do evento anualmente promovido pela Assembleia Legislativa. Agora, a documentação dos balanços passa pelo crivo de avaliação da comissão organizadora.
A relação dos habilitados está no site.
Avaliação direcionada à análise técnica
A comissão este ano trabalha com um novo sistema de avaliação das empresas e entidades no processo de certificação. Nesta terça-feira (13), o colegiado iniciou a análise conjunta da aplicação dos critérios de seleção.
O principal objetivo é centrar foco em padrões técnicos de análise dos balanços sociais apresentados pelos concorrentes, de modo a minimizar eventuais valorizações subjetivas e individuais de integrantes da banca avaliadora. São levados em conta sete critérios de avaliação e 42 aspectos secundários.
Isso permite ao colegiado reunir diferentes olhares, trocar percepções e chegar a decisões bem fundamentadas, levando em conta as particularidades de cada organização e a natureza de suas atividades, explica a coordenadora da comissão, Scheila Dziedzic. “O que buscamos é fazer uma avaliação criteriosa e equilibrada, que fortaleça a credibilidade do Troféu e valorize as iniciativas de responsabilidade social desenvolvidas em Santa Catarina.”