segunda, 14 de junho de 2021
Geral
23/11/2017 | 15:09

Balneário Camboriú: Nova sede do CAPS II está em obras de adequação

Os atendimentos do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS II) de Balneário Camboriú em breve serão realizados em local mais amplo e adequado para as atividades. O novo endereço é na Rua 916 nº 383, no Centro. Antes da mudança, o local está recebendo obras de adequação. O trabalho está sendo executado pela equipe da Secretaria de Obras. “Como o local era uma residência, precisa de algumas adaptações como novas divisões criando sala de acolhimento, consultório, farmácia e área de recreação, por exemplo”, explicou a secretária de Saúde, Andressa Haddad. 

A nova sede possui dois pavimentos, uma construção aos fundos onde haverá cozinha e área administrativa e um terreno lateral onde será construída uma horta para atividades de terapia com os pacientes. “A obra de adequação iniciou pela parte da frente onde os operários já fizeram a remoção de alvenaria, iniciaram as instalações elétricas, do ar-condicionado e das divisórias”, contou a engenheira civil, Bruna Marta Tosin.

A previsão é de que em três semanas as obras desta etapa de adequação já estejam concluídas, possibilitando o início das atividades no local. Por enquanto, os atendimentos estão sendo realizados na sede do Programa de Hipertensos e Diabéticos (HiperDia), localizado na Rua 916, atrás do Posto de Saúde Central.

O novo espaço é mais amplo e adequado para as atividades oferecidas pelo CAPS II, que realiza atendimento especializado para pessoas em sofrimento psíquico ou transtorno mental. No novo local, o espaço físico e a estrutura serão adequados para receber os pacientes, realizar atividades terapêuticas em grupo, criar uma horta e realizar os atendimentos individuais de forma mais privativa. 

“Desde que a nova gestão do município iniciou, os pacientes e funcionários do CAPS II nos relatavam os problemas estruturais da antiga sede. As salas de atendimento individual, por exemplo, não permitiam o sigilo necessário ao paciente. O prédio era muito pequeno e inadequado, o que não permitia a realização de algumas ações que o Ministério da Saúde preconiza, ficava muito distante das paradas de ônibus, o que também era motivo de reclamação dos pacientes”, disse Andressa.


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